Sinhá Moça - Um balanço geral

04/10/2006

Fonte: Reprodução
Fonte: Reprodução

Trama inicial - Aparentemente requintada e com vários atores de "Cabocla", teve um início pouco chamativo diante do término do estrondoso sucesso "Alma gêmea".

Trama intermediária - Melhorou, apesar do excesso de tramas paralelas ao romance entre Sinhá Moça (Deborah Falabella) e Rodolfo (Danton Melo). Destaca-se principalmente a questão abolicionista, válida e muito bem explorada, além da veneração de Ricardo (Bruno Gagliasso) pela Baronesa Cândida (Patrícia Pillar).

Trama final - Violência e os dramas dos escravos tomaram conta da história. No final das contas, tudo girava em torno deles e da determinação de Sinhá Moça pela causa abolicionista.

Abertura - A voz do Leonardo na abertura transformou-a num laxante. A vinheta do "estamos apresentando" com aquele chorado "Siiinhá Moooça!" era um convite para a latrina, banheiro, sanitário, WC, patente, toalete e d+ agregados.

PIORES E MELHORES

Melhor atriz: Patrícia Pillar - Trouxe uma interpretação marcante e convincente.

Melhor ator: Danton Mello - Provavelmente, deve estar na novela que substituirá "Paraíso tropical" (que por sua vez, substituirá "Páginas da vida"), que deverá ser escrita pelo Benedito.

Pior ator: Bruno Gagliasso - A voz que o ator fazia, os cabelos ridículos, a babaquice com que interpretou e a idiotice de seu personagem o transformam no pior ator da novela (ou melhor, dependendo do que estava no script).

Pior atriz: Vanessa Giácomo - Cada vírgula de seu texto era decorado.

Se é pra cascudear, tá cascudeado!